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assunto
JULINHA - Experiências com TCI
Autor Data Publicação
Lázaro Sanches 01/06/2001
Origem
Publicações do autor

 

JULINHA

Lázaro Sanches de Oliveira
http://www.ibpinet.com.br/sanches/

 


   Nosso amigo de Vila Velha/ES, Paulo Roberto (cabral@tropical.com.br), nos enviou uma série de transfotos obtidas através da filmagem de um aparelho de televisão ligado num canal vazio, e depois pacientemente pesquisado quadro-a-quadro. Com este método simples, ele já captou um sem-número de entidades e paisagens, tendo seu trabalho sido reconhecido no exterior com a publicação de várias transfotos. Pois bem, entre elas veio a nossa Julinha.

   Com uma nitidez extraordinária, percebemos detalhes capazes de autenticar a personagem em foco. Convidamos o leitor a viajar conosco pela transfoto, encontrada facilmente em nossos sites.

   Compare os rostos de Julinha na Terra e em Marduk. É a mesma pessoa, com o mesmo olhar de bondade. Na fronte de Julinha (transfoto), vemos uma coloração avermelhada, o que deve corresponder ao chakra frontal (terceiro olho). Na Terra, todos temos esses vórtices coloridos, anteriormente privilégio para os videntes, mas hoje registráveis em máquinas à disposição nos shoppings.

   Um clarão envolve a cabeça de Julinha na transfoto, novamente denotando a sua límpida aura e o brilho do chakra coronário. Isto pode ser observado em todas as criaturas vivas, com maior ou menor intensidade. Mas agora observe a nitidez das mãos. A direita segura um terço, alguns objetos que ainda não identificamos (flores, um passarinho...?) e um nítido esquadro de plástico, capaz de clarear a cor por trás do triângulo.

   Na mão esquerda é que está o objeto capaz de identificá-la. Pois é uma cópia exata de um objeto de madeira que o Lázaro possui e o coloca ao lado de S. Francisco (uma verdadeira obra de arte esculpida pela D. Lurdes, de L. Seca, Paraíba), pedindo que nunca falte nada no seu lar. Agora mesmo, enquanto escrevemos, estes objetos estão aqui ao lado do nosso computador. Já tínhamos notícia de réplicas materializadas instantaneamente no Além (vide o polêmico caso do templo jainista onde se hospedou Jules Verne, ou a máquina de escrever do Sr. Albert, pai de Mrs. Maggy Harsch, de Luxemburgo). Este objeto, maior do que o original, contém (transfoto) maçãs e outras coisas que não identificamos. Será uma alusão ao alimento que jamais nos faltará?

   Pois bem, é a Julinha, mesmo! E agora? Que mais podemos aprender com a riquíssima transfoto colorida?

   Trata-se de uma foto posada. Evidentemente o fotógrafo estudou com ela uma série de detalhes para enriquecer a peça. Não podemos distinguir se ela está num estúdio ou ao ar livre. A iluminação amarelada, bem como a sombra à direita, nos parecem distorções do aparelho de TV, que "estourou" a luz ambiente, ou a aura de Julinha.

   Confirma-se que há frutas em Marduk. Como foram colhidas, é claro que serão comidas (ao natural ou modificadas). A parecença com as maçãs terrenas (uma das suas frutas favoritas) nos mostra que há mais semelhanças entre o Céu e a Terra do que sonha nossa vã filosofia.

   A presença do esquadro, fora as centenas de leituras (Maçonaria, alusão à tarefa que Julinha realizava na feitura de roupas para crianças carentes da escola mantida pelo Instituto Espírita Joanna de Ângelis...), pelo menos nos mostra que é feito de material transparente (como o plástico), capaz de mudar a cor por trás do triângulo. É bem físico, portanto. Só em observar a transfoto, temos diversas texturas e objetos diferenciados molecularmente. O tecido da roupa que Julinha usa, a madeira do objeto na sua mão esquerda, o metal do terço na mão direita (observe a perfeição do crucifixo), as maçãs, o esquadro, são todos feitos de material completamente diferente. NÃO SÃO FEITOS DE AR, NÃO SÃO FRUTOS DA IMAGINAÇÃO.

   A ocasião escolhida para o envio da transfoto é particularmente importante para o Lázaro, pois isto aconteceu no dia 20 de Abril de 1999, aniversário do sepultamento do seu pai João. A transfoto passou a ser um presente precioso para ele, e também para todos nós. É uma prova de que não só é imortal a alma, como o amor de mãe.

    Fotos :

Julinha em Marduk
Julinha na Terra