Artigo
voltar para consulta

assunto
Drogas
Autor Data Publicação
Antonio Demarchi 21/04/2001
Origem
Trecho Extraído do Livro Mansão dos Jovens.

 

"... então notar que alguns assistidos apresentavam o corpo perispiritual impregnado por substância escura, que atingia desde o cérebro, o bulbo, descendo pelo sistema nervoso e invadindo as artérias. Notei que, um a um, eram levados uma ala isolada da enfermaria. Neste ínterim, Valérius já e tava ao meu lado, esclarecendo:

- As marcas e as substâncias que você pôde observar são as conseqüências espirituais das drogas que aspiradas, fumadas ou injetadas, viajam pela corrente sangüínea, atingindo o cérebro físico, provocando de imediato um entorpecimento no Centro de Força Coronário, o ponto de ligação do espírito com o cérebro físico. O espírito perde parcialmente o comando do corpo físico e o cérebro experimenta sensação de euforia, perdendo a noção da realidade pelos estímulos poderosos das drogas que fluem pelo bulbo, O cérebro descontrolado sem comando do espírito emite sensações irreais para todo corpo através do sistema nervoso que fica extremamente afetado. A irrigação sangüínea fica deficiente e prejudicada pela ação dos tóxicos, enquanto o coração trabalha com sobrecarga para compensar a oxigenação deficitária a todos os órgãos e ao cérebro. O aumento da pressão é uma conseqüência perigosa que, de controlada, pode levar à morte o paciente, se for portador de deficiências coronárias. Entretanto - prosseguiu Valérius - problemas não param por aí, pois existem as conseqüências espirituais. Os fluidos volatizados da droga convergem para todo o corpo perispiritual, fluindo desde o centro coronário até o plexo solar, onde se consolida num círculo vicioso que retorna ao cérebro, como dependência da droga que já se manifesta no corpo físico do paciente, resultando na angústia perispiritual que exige a constante presença da droga para se "aca1mar". O corpo físico como máquina perfeita criada por Deus reúne suas defesas para preservar a vida, mas com o tempo acaba por se acostumar, criando então a dependência, pois o organismo passa a segregar substâncias defensivas que exigem a presença da droga, para então combatê-la. Como vemos, os desatinos com nosso corpo físico, além das conseqüências desastrosas na saúde, trazem para o "lado de cá" também as conseqüências que se refletem no corpo perispiritual, como você observou poucos instantes antes. Isto terá que ser expurgado, para que o espírito desencarnado se livre da angústia que o acompanha "post mortem". Todavia, as seqüelas do corpo perispiritual apenas serão expurgadas no corpo físico, e se manifestarão como deficiências físicas em próxima reencarnação."

   "... aproximamo-nos de um grupo cujas vibrações de angústia se faziam sentir a distância. Estarrecido, observei que compartilhavam entre si uma seringa, cuja droga era aguardada por cada um com ansiedade, quase com desespero. Enquanto cada qual inoculava em si mesmo, notei que, à medida que o tóxico fazia efeito, as regiões do cérebro eram afetadas pela ação poderosa, os corpos perispirituais de cada um ficavam parcialmente desprendidos do corpo físico, enquanto espíritos sofredores e obsessores se aproveitavam para sugar energias, inclusive as emanações tóxicas das drogas exsudadas pelo corpo somático daqueles jovens. Em seus delírios e invigilância, serviam de instrumento para satisfação dos desejos desequilibrados de nossos irmãos desencarnados menos felizes. A simbiose que se estabelecia era extremamente perigosa, considerando que os desejos e angústias dos encarnados adquiriam grande dimensão, diante das sugestões poderosas dos espíritos desequilibrados, que, naquela condição, assenhoreavam completamente o livre-arbítrio dos encarnados, praticamente, anulando-lhes a vontade. "